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Archive for the ‘Serviços & Cotidiano’ Category

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Como é tradicional a cada ano, as tarifas de serviços básicos de consumo tiveram reajuste no DF, mesmo sem motivos aceitáveis. O gás, em tendência de queda no mercado internacional – assim como os derivados do petróleo – teve aumento de 16% em março, com o botijão custando entre R$ 43 e 44 reais, um dos mais caros do país. A água também registrou 3,09% de reajuste (e a Caesb queria 8%).

Já a CEB, que, como dito anteriormente, tem um dos piores serviços de energia do Brasil, deve ter aumento em agosto, após queda nos três últimos anos: 1,59% em 2006, 3,01% em 2007 e 5,46% em 2008. No entanto, se formos considerar os 9 anos anteriores, a conta de energia teve aumento de 63,28%.

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14 hs. Uma chuva (leve) cai na Asa Sul, em Brasília. A energia acaba. Os semáforos apagam. O trânsito fica (ainda mais) caótico. Restaurantes não tem como pesar a comida do self-service. Quadras comerciais inteiras ficam sem luz. Confusão. Muita confusão.

O cenário, acima, não é fictício. Aconteceu há poucos dias. E acontece com cada vez mais frequencia em Brasília. Basta o tempo piorar – ou nem isso – para os “picos” de energia acontecerem. Asa Sul, Asa Norte, Sudoeste…difícil saber quem escapa.

A conclusão é simples: não é preciso morar muito tempo em BSB para constatar o péssimo serviço da CEB. A instabilidade do sinal da empresa é assustadora. Brincadeira perigosa, que pode acarretar inúmeros prejuízos (e processos) para pessoas físicas, empresas, comerciantes, etc.

Surpreende que a companhia energética da capital do país tenha um serviço tão ruim. Obras de infra estrutura foram anunciadas e a empresa passa por reformulações. Após prejuízo de R$ 154 milhões em 2006, a CEB registrou lucros de R$ 120 milhões em 2007, revertendo os resultados ruins obtidos.

Enquanto as melhorias não veem, é de se recomendar que os moradores da capital (e entorno) tirem os seus eletrônicos da tomada. Como diz o ditado popular, “o seguro morreu de velho”.

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Brasília foi a primeira cidade a criar a lei contra o telemarketing: através de um cadastro, você bloqueia o seu número para não receber ligações indesejadas. Depois foi logo seguida por São Paulo. Inspirada numa lei estadunidense, “Do Not Call”, a medida, apesar de benéfica, traz outra questão: a constante invasão de privacidade que empresas obrigam o cidadão a passar.

Para que seu número entre no cadastro da lei, é necessário fornecer endereço, RG, CPF, data de nascimento…se bobear até tipo sanguineo, nome do pai, da mãe, etc. Prática comum. Qualquer cadastro que se faça atualmente exige esse tipo de informação. Como se fosse “qualquer coisa”. Não é. São dados extremamente sigilosos que não deveriam estar disponíveis em todo lugar. Os usuários estadunidenses não precisam dar estes dados para ter seu número bloqueado. Apenas um exemplo de respeito que inexiste no nosso país.

Mais que isto, a lei que regulamenta o serviço de call-center, dor de cabeça comum a todo brasileiro, ainda não mostra todos os resultados prometidos. Se você consegue ser atendido em menos de um minuto, não ter que passar por “n” funcionários e ficar menos de 30 minutos sendo enrolado para resolver um problema simples, és um abençoado.

A desgraça cotidiana que atendentes de call-center submetem milhões de brasileiros é o símbolo das relações de consumo totalmente invertidas neste país.

Na última vez que tentei cancelar um serviço, fiquei mais de 40 minutos no telefone, fui vítima de várias cobranças indevidas e, pasmem, a ligação caiu antes de resolver o problema por completo. Depois as pessoas se assustam quando serial-killers começam a brotar por aí…

Procon? Juízado de pequenas causas? Isso, em 100% da vezes, resulta apenas em mais aporrinhação, perda de tempo, desgaste, dinheiro desperdiçado, desrespeito, etc, etc, etc.

E a roda gira. A vida segue. Mas não esqueça de pagar suas contas. Como diz o ditado: “death and taxes”.

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