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Archive for abril \29\UTC 2009

Plenário cheio, momento raro

Corte nas passagens vão “economizar” 18 milhões de reais ao ano. Comemore só se não tiver mais o que fazer. Considerando que cada deputado/senador custa por volta de 200 mil reais por mês aos cofres públicos, a diminuição da cota de passagens não é nem 1 milésimo da história.

Sem contar o que fazem com as verbas conseguidas. Os recursos para cada “projeto”, etc. E um aumento do salário nominal vem por aí…já, já. Mexeu no bolso, a resposta é certa.

E se todos os trabalhadores pudessem votar seus próprios salários? Deixa pra lá. Mas não esqueça de enviar seu Imposto de Renda.

Save your money for the children.

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Na W2 sul.

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O Centro Cultural de Banco do Brasil (CCBB) de Brasília traz ao Brasil, pela primeira vez, a exposição Virada Russa: A Vanguarda na Coleção do Museu Estatal Russo de São Petersburgo.

A mostra reunirá obras dos mais renomados artistas da chamada vanguarda russa, vindas diretamente do acervo do State Russian Museum – o museu que reúne a maior coleção de arte russa no mundo — e ocupará as galerias 1 e 2 do CCBB de Brasília.

Trata-se maior e mais significativa exposição já realizada no Brasil sobre o tema, com 123 peças que marcaram o movimento artístico e cultural ocorrido durante a primeira fase da Revolução Russa, entre as décadas 1890 e 1930.

As obras expressam a efervescência artística e cultural dos anos anteriores ao Outubro Vermelho, que seguiram várias vertentes como o Não-Objetivismo e, principalmente, o Suprematismo e o Construtivismo.

Entre as raridades que serão apresentadas nos salões do CCBB de Brasília estão clássicos como Promenade, de Chagall, que representa um momento mais lírico dentro do surrealismo, e os três quadros de Malevitch, que marcam o começo do verdadeiro rigor geométrico na pintura – a cruz, o quadrado e o círculo negro sobre um fundo branco.

As obras de Kandinsky – como Igreja Vermelha, Cruz Azul e São George II, presentes na mostra – marcam o ponto de partida para a pintura abstrata.

Tatlin precursor da vertente construtivista está presente na mostra com a obra Contra-relevo de Esquina – complexo, em aço, alumínio, zinco e madeira que traduz o novo mundo industrial ao adotar formas, materiais e técnicas da moderna tecnologia, encarnando a ideia do artista-engenheiro.

A mostra traz, ainda, peças de roupa desenhadas por Bárbara Stepanova, dentro da noção construtivista do artista ligado à fábrica.

Classificação livre
Horário: De 7 de abril a 7 de junho. De terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Endereço: CCBB Brasília – SCES, Trecho 2 Conjunto 22 – CEP 70200-002

Informações: 3310-7087

Leia Mais: Matéria e entrevista no Jornal do Brasil

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O “histórico” embate no STF, ontem. Retrato da justiça brasileira? Só uma parte.

Confira a transcrição completa no Conjur.

Leia mais sobre o episódio no Delicious.

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No momento em que este post é escrito (21:19 de 21 de abril de 2009), aproximadamente 700 mil pessoas se aglomeram na esplanada dos Ministérios, com festividades diversas organizadas pelo GDF que começaram desde às 7 da manhã. Não o que se discutir quanto ao direito de se fazer uma bela comemoração, com atrações musicais e intervenções para os diversos tipos de público. Ainda que esta “festa” não tenha seus valores exorbitantes declarados e os artistas locais relegados ao segundo plano, num show antecipado na torre de TV.

Não há o que se negar, também, a beleza e a importância de Brasília. O fato da cidade ser patrimônio cultural da humanidade, ter o melhor índice de desenvolvimento humano do país e a segunda maior renda per capita, perdendo apenas para Vitória – ES. É indiscutível o projeto excepcional sob a qual ela foi fundada. Suas quadras extremamente agradáveis e com vasta área verde, dentre inúmeras outras coisas.

Isso é histórico, é próprio dela e dificilmente se tira. Mas há, sim, o que se questionar. Não só a sua história mal contada – ou contada apenas pelas vias oficiais – que se “esquecem” dos inúmeros abusos cometidos, dos assassinatos de centenas de trabalhadores, das condições insalubres e desumanas sob as quais esta cidade foi construída. Da exclusão social descarada e impiedosa, empurrando os pioneiros para loteamentos sem estrutura ao entorno do plano de piloto. Na demolição das casas dos candangos que aqui moravam e, claro, atrapalhavam as intenções governamentais e o nobre espaço das asas sul e norte pelos quais as empresas faziam, literalmente, qualquer coisa. Para mais informações recomendo (muito) o documentário “Conterrâneos Velhos de Guerra”, de Vladimir Carvalho, de 1991. Essencial. Fundamental. Imprescindível.

Hoje, em abril de 2009, Brasília padece dos mesmos problemas que toda grande metrópole do país. Quadro este oriundo diretamente do cenário descrito acima. Do descaso com o entorno e as cidade satélites – que se tornou uma das cinco regiões mais violentas do país. Dos preços inflacionados do Plano Piloto, muito em virtude do serviço público, que paga salários irreais aqui e em todo o Brasil.

Seus mais de 1 milhão de carros que tornam seu trânsito cada vez pior. Disputando um mísero espaço nas quadras do plano, entupindo as vias de acesso, provocando congestionamentos enormes, acidentes, stress e, consequentemente, a queda da qualidade de vida tão adorada por quem aqui reside.

A interrogação provocativa que está na home deste blog é símbolo de um questionamento fundamental, inescapável. Vendida como “a cidade de todas as culturas e todos os povos, que reúne pessoas de todo o país, convivendo em harmonia, sem preconceitos, etc, etc, etc”, na verdade está longe, muito longe de ser “a cidade de todos”. A propaganda oficial seria cômica, se não fosse indecente.

Para chegar aos 50 e para as próximas décadas, a capital artificial gerida sob quaisquer custos por Juscelino terá que enfrentar muitos dos problemas que ainda trata com desleixo, em marcha lenta. Resta pouco do “sonho”. A realidade que se apresenta é que, na verdade, os esforços presentes caminham para tentar amenizar o pesadelo. Dos males, o menor. Sob todas as atrocidades que já foram feitas.

“Utopia” é algo que, ao contrário do que se vende, está longe das superquadras de BSB.  Na realidade, Brasília pode ser a primeira distopia concreta do século XXI. Espero estar errado.

+

do G1: Festa do aniversário de Brasília deixa um morto e 22 feridos

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O Equilibrista, de James Marsh

O Brasil é conhecido por ser um dos maiores produtores de documentários (de qualidade) do mundo. Nomes como Eduardo Coutinho, João Moreira Salles, Vladimir Carvalho e tantos outros, sempre produzem obras de relevância indiscutível. Com esse background de produtores e público o festival “É Tudo Verdade” – o maior da América Latina no seu segmento – na sua 14° edição, chega a Brasília após passar por Rio e São Paulo. A mostra vai de 14 a 26 de abril. A entrada para todas as sessões é gratuita.

Serão 36 películas, de 20 países, com 12 títulos nacionais inéditos. Alguns destaques vão para a exibição de “O Equilibrista”, de James Marsh, vencedor do Oscar neste ano na sua categoria e muito elogiado por vários críticos e também para “Garapa”, nova obra do diretor José Padilha (de “Tropa de Elite”), retratando o universo de famílias que sofrem com a fome no Nordeste.

Confira a programação completa:

Centro Cultural Banco do Brasil
SCES, Trecho 02, conjunto 22 – Telefone: (61) 3310-7078 – 74 lugares


<!– 13/04 segunda-feira

19h30 (Abertura) Cartas ao Presidente / Letters to the President / Petr Lom / 74min (somente para convidados)

–>14/04 terça-feira

14h30 Problema é Comigo / Trouble Is My Business / Juliette Veber / 82min
16h30 O Segredo / The Secret / Edgar Feldman / 25min
Escravos / Slaves / Hanna Heilborn, David Aronowitsch / 15min
Segunda Vida / Second Me / Anna Thommen / 19min
18h30 Retorno a Fortin Olmos / Return to Fortin Olmos / Patricio Coll, Jorge Goldenberg / 104min
20h30 Cartas ao Presidente / Letters to the President / Petr Lom / 74min

15/04 quarta-feira

14h30 Z32 / Avi Mograbi / 82min
16h30 Chirola / The Chirola / Diego Mondaca / 25min
Zietek / Bartosz Blaschke / 17min
Arrancando a Alma / Severing the Soul / Barbara Klutinis / 18min
18h30 Tias Duronas / Rough Aunties / Kim Longinotto / 104min
20h30 Problema é Comigo / Trouble Is My Business / Juliette Veber / 82min

16/04 quinta-feira

14h30 Cartas ao Presidente / Letters to the President / Petr Lom / 74min
16h30 Areias Vermelhas / Red Sands / David Procter / 25min
Coração Negro / Black Heart / Ada Bligaard Søby / 23min
Bem Longe de Casa / Home Away from Home / Marika Väisänen / 15min
18h30 Além do Jogo / Beyond The Game / Jos de Putter/ 79 min
20h30 Retorno a Fortin Olmos / Return to Fortin Olmos / Patricio Coll, Jorge Goldenberg / 104min

17/04 sexta-feira

14h30 O Segredo / The Secret / Edgar Feldman / 25min
Escravos / Slaves / Hanna Heilborn, David Aronowitsch / 15min
Segunda Vida / Second Me /Anna Thommen / 19min
16h30 Tias Duronas / Rough Aunties / Kim Longinotto / 104min
18h30 O Esquecimento / Oblivion / Heddy Honigmann / 94min
20h30 Segundas Sangrentas & Tortas de Morango / Bloody Mondays & Strawberry Pies / Coco Schrijber / 87min

18/04 sábado

14h30 Chirola / The Chirola / Diego Mondaca / 25min
Zietek / Bartosz Blaschke / 17min
Arrancando a Alma / Severing the Soul / Barbara Klutinis / 18min
16h30 Além do Jogo / Beyond The Game / Jos de Putter/ 79 min
18h30 Z32 / Avi Mograbi / 82min
20h30 Segundas Sangrentas & Tortas de Morango / Bloody Mondays & Strawberry Pies / Coco Schrijber /Coco Schrijber / 87min

19/04 domingo

14h30 Areias Vermelhas / Red Sands / David Procter / 25min Coração Negro / Black Heart / Ada Bligaard Søby / 23min Bem Longe de Casa / Home Away from Home / Marika Väisänen / 15min
16h30 VJs de Mianmar – Notícias de um País Fechado / Reporting from a Closed Country / Anders Høgsbro Østergaard / 85min
18h30 Esquecido Papai / Forgetting Dad / Rick Minnich, Matt Sweetwood / 84min
20h30 O Esquecimento / Oblivion / Heddy Honigmann / 94min

21/04 terça-feira

14h30 VJs de Mianmar – Notícias de um País Fechado / Reporting from a Closed Country / Anders Høgsbro Østergaard / 85min
16h30 Esquecido Papai / Forgetting Dad / Rick Minnich, Matt Sweetwood / 84min
18h30 Domingos / Maria Ribeiro / 72min
20h30 Sobreviventes / Survivor / Miriam Chnaiderman e Reinaldo Pinheiro / 52min

22/04 quarta-feira

14h30 O Cineasta da Selva / The Filmmaker of the Amazon Aurélio Michiles / 87min
16h30 Ser Tão / Luiz Guilherme Guerreiro / 20min
Chapa / Tatiana Toffoli / 18min
Samba de Quadra / Samba From Quadra / Gustavo Mello, Luiz Ferraz / 16min
18h30 Cidadão Boilesen / Citizen Boilesen / Chaim Litewski / 92min
20h30 Corumbiara / They Shoot Indians, Don’t They? / Vincent Carelli / 117min

23/04 quinta-feira

14h30 Ôri / Raquel Gerber / 91
16h30 Nello’s / André Ristum / 25min
No Tempo de Miltinho / The Singer’s Time / André Weller / 18min
Confessionário / Confessional / Leonardo Sette / 15min
18h30 Cildo / Gustavo Rosa de Moura / 84min
20h30 Cidadão Boilesen / Citizen Boilesen / Chaim Litewski / 92min

24/04 sexta-feira

14h30 Ser Tão / Luiz Guilherme Guerreiro / 20min
Chapa / Tatiana Toffoli / 18min
Samba de Quadra / Sambra From Quadra / Gustavo Mello, Luiz Ferraz / 16min
16h30 A Chave da Casa / Home Key / Paschoal Samora, Stela Grisotti / 60min
18h30 Corumbiara / They Shoot Indians, Don’t They? / Vincent Carelli / 117min
20h30 A Arquitetura do Corpo / The Body’s Architecture / Marcos Pimentel / 21min
Leituras Cariocas / Rio Readings / Consuelo Lins / 13min
A Casa dos Mortos / The House of the Dead / Debora Diniz / 24min
Sessão seguida de debate com diretores

25/04 sábado

14h30 Nello’s / André Ristum / 25min
No Tempo de Miltinho / Singer’s Time / André Weller / 18min
Confessionário / Confessional / Leonardo Sette / 15min
16h30 Ôri / Raquel Gerber / 91min
18h30 A Chave da Casa / Home Key / Paschoal Samora, Stela Grisotti / 60min
20h30 Cildo / Gustavo Rosa de Moura / 84min

26/04 domingo

14h30 A Arquitetura do Corpo / The Body’s Architecture / Marcos Pimentel / 21min
Leituras Cariocas / Rio Reading / Consuelo Lins / 13min
A Casa dos Mortos / The House of the Dead / Debora Diniz / 24min
16h30 O Cineasta da Selva / Filmmaker of the Amazon / Aurélio Michiles / 87min
18h30 Sobreviventes / Survivor / Miriam Chnaiderman e Reinaldo Pinheiro / 52min
20h30 Domingos / Maria Ribeiro / 72min

Mais informações no site oficial do festival.

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No Parque da Cidade.

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